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Jalapão, Tocantins

Dicas do Jalapão

04 de maio de 2017

O Jalapão já entrou para a lista dos meu lugares preferidos no Brasil pela quantidade de belezas e experiências diferentes num só lugar. Confira nesse post as dicas do Jalapão e planeje já sua viagem para esse destino imperdível.

O Parque Estadual do Jalapão é uma área de proteção ambiental de 34 mil km² localizada no centro-leste do Estado de Tocantins, fazendo fronteira com os Estados do Piauí, Maranhão e Bahia.

A região mistura paisagens de cerrado com campos de veredas, salpicados por rios, cachoeiras de águas cristalinas e delicados fervedouros, que são nascentes de água cercadas de vegetação formando uma piscina natural que não deixa você afundar. Um lugar mágico que vai fazer você se apaixonar.

A seguir estão algumas dicas do Jalapão:

Como chegar no Jalapão

O aeroporto mais próximo fica em Palmas, capital do Tocantins a cerca de 200 km do Jalapão. O acesso é pela rodovia TO-050 até Porto Nacional e depois pela TO-255 até Ponte Alta do Tocantins, porta de entrada do Jalapão. A viagem até Ponte Alta dura cerca de 2 horas.

As estradas do jalapão são de terra, com muitos trechos esburacados e outros com areia fofa, necessitando de um transporte 4×4 para chegar até lá e circular pelos atrativos, que são bem distantes uns dos outros. Além disso, não é aconselhável realizar uma expedição por conta própria para pessoas que não estão acostumadas a dirigir nesse tipo de terreno ou não tem o veículo adequado ou não conhecem a região. Pra vocês terem uma idéia, o principal slogan do lugar é: O Jalapão é bruto.

A melhor forma de explorar o Jalapão é contratando uma excursão em uma das agências de Palmas. Os pacotes variam de 3 a 7 dias e incluem todas as despesas com translado, hospedagem, alimentação, taxas de visitação nos pontos turísticos e seguro viagem. Os preços podem parecer salgados inicialmente, mas considerando que todos os gastos estão incluídos no pacote, a logística, a dificuldade de chegar na região, é um preço justo. Para se ter uma idéia dos valores cobrados, cada fervedouro / cachoeira cobra uma taxa de 15 a 20 reais por pessoa.

Eu fui com a agência Jalapão Selvagem e recomendo demais. Nossa expedição não poderia ter sido melhor. Desde o momento que você inicia a expedição, você não precisa se preocupar com absolutamente nada. Eles cuidam de tudo pra você.

Um dos principais diferenciais da Jalapão Selvagem é o tratamento dispensado aos clientes. O nosso guia Gallery foi super atencioso, sempre preocupado com nosso conforto, tornando a expedição ainda mais prazerosa. Nós nem víamos a hora passar, conversando, ouvindo música. Outra coisa legal é que eles oferecem vários lanchinhos à vontade no carro, frutas, barrinhas, chocolate, bolinhos, biscoitos, água, suco, inclusive nas refeições. Era muito bom ter o lanche disponível no carro para quando batesse uma fome.

O pacote deles é bem completo também, visita vários fervedouros e os principais pontos do Jalapão, enquanto outras agências visitavam bem menos atrativos.

Quantos dias ficar no Jalapão

Eu fiz o pacote de 4 dias e achei perfeito, deu pra conhecer bastante coisa e os principais atrativos, sem perder nenhum ponto principal. Com mais dias você vai visitar outras cachoeiras da região. Menos do que 4 já fica um pouco corrido e perde alguns pontos importantes como a Pedra Furada, que normalmente não é incluída no pacote de 3 dias.

Melhor época para visitar o Jalapão

A melhor época para visitar o Jalapão é no período de seca, que vai de maio a setembro. Esse período é melhor para circular, já que as estradas ficam secas. A época da colheita do capim dourado é em setembro.

Nível de dificuldade

O acesso aos atrativos é fácil, não exige longas caminhadas.

O único atrativo que exige maior esforço é o Mirante da Serra do Espírito Santo, um trekking com uma subida íngreme de 500 metros feito na madrugada para pegar o nascer do sol no topo. Mas esse passeio é opcional. O resto dos atrativos chega-se de carro e com caminhadas curtinhas, dá pra ir de chinelo para a maioria delas.

Uma coisa que é preciso levar em consideração é que as estradas são ruins e o carro sacoleja bastante. Fora isso é bem tranquilo, pousadinhas confortáveis, restaurantes bons, comida gostosa.

Alimentação

O pacote inclui 3 refeições diárias, café da manhã, almoço e jantar. As refeições são feitas em lugares onde se serve à vontade e a comida é deliciosa, gostinho de comidinha caseira, bem temperada. Comi muito bem no Jalapão, tudo muito saboroso e fresquinho, legumes, carnes deliciosos, com destaque para o frango caipira que era muito saboroso e uma abóbora com legumes feito na moranga que comemos no último dia que estava perfeito.

Durante o dia tínhamos água e alguns lanchinhos à disposição no carro.

Sinal de Celular

Na maior parte do Jalapão não pega sinal de celular. Nas cidadezinhas pega algumas operadoras apenas, como vivo. Em algumas pousadas tem wi-fi, mas não é fraco.

Como é a expedição com a Jalapão Selvagem

As expedições são feitas em carros 4×4, que levam pequenos grupos, normalmente de 4 pessoas. As hospedagens são em pousadas simples, mas confortáveis, com ar condicionado, TV e algumas com wi-fi. Todas as 3 refeições são incluídas no pacote e também as entradas nos atrativos.

O roteiro do Jalapão é circular, fazendo base nos municípios de Ponte Alta, Mateiros e São Félix e explorando os atrativos nos arredores de cada um.

Ponte Alta é a primeira cidade, considerada a porta de entrada do Jalapão. Próximo de Ponte Alta está a Pedra Furada.

Mateiros é o local que concentra a maioria dos principais atrativos, como as dunas, a Cachoeira do Formiga e os fervedouros. Além do povoado de Mumbuca que confecciona o artesanato de capim dourado.

O município de São Félix é o mais central do Jalapão geograficamente. Entre os principais atrativos estão o Fervedouro do Alecrim, a Serra da Catedral, o Monumento Natural Canyons e as Corredeiras do Rio Sono.

A minha expedição foi de 4 dias e o roteiro foi o seguinte:

Dia 1 – Saída de Palmas pela manhã em direção a Ponte Alta, visitando o Canyon do Sussuapara, a Cachoeira do Rio Sono, depois banho no Rio Sono e pôr do sol na Pedra Furada. Pernoite na Pousada Águas do Jalapão em Ponte Alta.

Pedra Furada - Jalapão

Pedra Furada – Jalapão

Dia 2 – Seguimos em direção a Mateiros visitando a Cachoeira da Velha, Prainha do Rio Novo e pôr do sol nas dunas. Pernoite na Pousada Buritis em Mateiros.

Pôr do sol nas dunas do Jalapão

Pôr do sol nas dunas do Jalapão

Dia 3 – Visita ao fervedouro do Ceiça, artesanato de Mumbuca, fervedouro Encontro das Águas, Encontro das Águas e Cachoeira do Formiga. Pernoite na Pousada Cachoeiras do Jalapão em São Felix.

Cachoeira do Formiga - Jalapão

Cachoeira do Formiga – Jalapão

Dia 4 – Fervedouro Bela Vista, Fervedouro do Alecrim, Cachoeira das Araras, Serra Catedral, Mirante do Morro Vermelho, retorno para Palmas com chegada prevista para 18h.

Fervedouro Bela Vista - Jalapão

Fervedouro Bela Vista – Jalapão

O Jalapão foi um lugar que me surpreendeu demais, passando rapidamente para as primeiras posições dos lugares mais lindos do Brasil. É um tesouro maravilhoso que precisa ser preservado. Espero que tenham gostado das dicas do Jalapão, qualquer dúvida podem perguntar nos comentários.

Informações:

Jalapão Selvagem

Site: https://www.jalapaoselvagem.com/

Telefone: 63 – 8401-4222

Email: jalapaoselvagem@gmail.com

Confia todos os posts do Jalapão:

Dicas do Jalapão

Jalapão – Dia 1 – Canyon Sussuapara, Rio Novo e Pedra Furada

Jalapão – Dia 2 – Cachoeira da Velha, Prainha e Dunas

Jalapão – Dia 3 – Fervedouros e Cachoeira do Formiga

Jalapão – Dia 4 – Fervedouro Bela Vista, Cachoeira das Araras e Morro Vermelho

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8 Comentários
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8 Comentários
  1. […] Começando a série de relatos sobre a expedição Jalapão, vou explicar como foi o primeiro dia da viagem. Sugiro começar lendo nosso post de introdução: Dicas do Jalapão. […]

  2. […] Dicas do Jalapão […]

  3. […] Dicas do Jalapão […]

  4. Flavia Ribeiro    13/05/2017 - 10h31

    Day querida! Adorei o roteiro, já estou em contato com a Jalapão Selvagem! bjsss <3

    • Dayana    15/05/2017 - 15h58

      Obrigada Flavinha! Você vai amar o pessoal da Jalapão Selvagem e vai se encantar com as belezas do Jalapão.

  5. […] Achei bem interessante conhecer a capital de Tocantins, dá pra ver o principal em algumas horas e você pode encaixar essa visita na ida ou na volta da sua expedição ao  Jalapão. […]

  6. Tati    20/02/2018 - 00h45

    Fizemos um pacote terrestre de 4 dias e 3 noites, duas pessoas (eu e o meu marido), no valor de R$ 4.398 (R$ 1320 – ato, em 27/10/2017, e o restante do valor devido em 3X no cartão de crédito – foi concedido um desconto de R$ 78,) para o carnaval (10/02/18 a 13/02/18). Destino: Jalapão.
    Tivemos inúmeros problemas, desde o início da viagem, que tentarei resumir…
    Primeiramente, vale ressaltar que já viajamos para muitos destinos remotos e peculiares: África, Ushuaia, El Calafate, Japão, Chile, Pantanal… acampando, fazendo safáris, trilhas, cavernas, rapel, rafting, cascading, salto de asa delta, paraglider, bungee jumping bóia cross, expedição a cavalo, etc… ou seja, somos totalmente desprendidos de frescuras e AMAMOS AVENTURAS/ ECOTURISMO. Foi a primeira vez que enfrentamos tanta falta de planejamento e profissionalismo de uma operadora de turismo.
    No contrato com a agência contemplava translado em carro 4X4 (importante, devido à dificuldade do terreno), com ar condicionado, som ambiente, guia (afinal, percorre-se, aproximadamente, 1.100km de carro e é imprescindível um profissional que conheça os pontos turísticos e o Jalapão para explicar um pouco sobre a região), pousadas com ar condicionado (cada pernoite num destino – Ponte Alta/ Mateiros/ São Félix – afim de otimizar a viagem) e lanches durante a expedição (a viagem de carro faz parte da experiência, pois ficamos muitas horas rodando de um ponto turístico até chegar no outro).
    O motorista “Cacheado” (apelido pelo qual ele pediu para ser chamado) foi nos buscar no hotel com um carro 4X2 (descobrimos no caminho) – o carro contratado era um 4X4 – ele não é guia (também descobrimos no caminho) E ERA A SUA PRIMEIRA VIAGEM PARA OS PONTOS TURÍSTICOS DO JALAPÃO, portanto ele precisava seguir um outro carro pois desconhecia as estradas e os pontos turísticos (a todo o momento ele se desculpava pela seqüência de transtornos e pelos desencontros com esse carro).
    Inclusive, o motorista “Cacheado” nos confessou na viagem que estava indo para “quebrar o galho” da agência “Jalapão Selvagem”, porque devido à alta demanda no Carnaval (e na semana seguinte), não havia guias suficientes, e então fora chamado para dirigir e seguir o outro guia (fato que nos trouxe muitos atrasos e complicações… pq o guia que tínhamos que seguir estava num carro 4X4, mais ágil para aquele tipo de terreno, e toda hora nos perdíamos dele ou atolávamos). Sem contar que perdemos muito por ser a primeira vez dele nos pontos turísticos (ele tirava fotos dos lugares junto conosco, parecia mais um turista no Jalapão).
    Nosso carro 4X2 estava com o ar condicionado quebrado e a janela traseira quebrada (não era possível abaixar o vidro, no calor do cerrado), o som não funcionava (mas isso foi o menos relevante). O calor chegava a ser quase insuportável!
    O guia do outro carro, que devíamos seguir, não tinha os roteiros bem planejados, estávamos sempre atrasados. No segundo dia (em São Félix), ele pediu para que tomássemos café da manhã as 7:03, para agilizarmos o passeio. No entanto, saímos quase duas horas depois (com as malas arrumadas, na porta da pousada, ele não sabia se ficaríamos naquela mesma pousada, ou se partiríamos para a outra, em Ponte Alta, porque tinha surgido algum problema, que ele não verbalizou qual era… aliás, nunca vimos um guia tão quietinho… quase não falava, respondia o essencial… questionei para o grupo que estava com ele no carro se estava tudo bem, e nos disseram que ele falou que trabalhava como agente penitenciário, e devido à idade um pouco avançada, estava cansado, faria só mais uma expedição (já agendada para o dia 15/02/2018) e depois se aposentaria da função de guia. Jalapão não era mais para ele. Percebemos.
    Acabamos ficando na mesma pousada… nem as camas foram arrumadas ou as toalhas trocadas, porque a proprietária disse que não sabia que ficaríamos mais uma noite… desorganização total!
    Num dos principais pontos turísticos (“Dunas do Jalapão”) seguimos o guia do outro carro por mais de uma hora e meia e não pudemos entrar no atrativo (parque), pois eles não eram guias e como chegamos exatamente 17:30 (e o parque fechava esse horário para a entrada de visitantes), o policial não deixou prosseguirmos (os carros das outras agências entraram, sem problemas, pois disseram que eram particular, ou seja, bastaria termos usado essa palavra: “particular”, que teríamos entrado). Desconhecíamos esse procedimento e ficamos do lado de fora… sem pôr do sol nas dunas! Rodamos setenta quilômetros pra nada!
    Não havia um plano B para os imprevistos! Era assustador! Uma seqüência de erros previsíveis e aceitáveis para quem estava indo para os atrativos do Jalapão pela primeira vez! Não para uma viagem planejada tantos meses antes com uma operadora de turismo e com um investimento tão alto… afinal, R$ 4.320, para nós, é muito dinheiro!
    Até um cabo meu marido teve que improvisar a noite, num fervedouro, pq acabou a bateria do carro que estava o guia (e nem cabo auxiliar de partida eles tinham)… parece brincadeira ou exagero, né? Como alguém vai para o meio do nada sem nenhuma infra?
    E… para fechar com chave de ouro (#sqn)… na última noite, não tínhamos pousada… primeiro falaram que ficaríamos na pousada que havia sido servido o jantar… depois mudaram para uma outra pousada… fomos para lá e também não havia vaga… por fim… acabamos na casa de uma mulher amiga da dona da segunda pousada (sem ar condicionado, sem ventilador)… quase 22h da noite, a proprietária da casa varrendo, passando pano e procurando as toalhas para nos disponibilizar… seria engraçado, se não fosse trágico!
    O motorista não dormiu, porque não tinha onde dormir e se recusou de ficar na casa conosco, estava extremamente envergonhado… no dia seguinte, enquanto fomos conhecer um atrativo, ele tirou um cochilo no carro mesmo… olha que perigo… na volta para Palmas era nítido o cansaço dele ao volante… conversei quase que o caminho todo com medo de ele dormir enquanto dirigia…
    Os lanches eram outra piada a parte: paçoca esfarelada, chocolate BIS derretido, sucos e águas quentes, frutas pretas e amassadas (calor e pancadas). O alimento que se salvou foi o amendoim de pacotinho (industrializado)…
    Para vocês terem ideia… montamos um grupo no whattsapp afim de trocar fotos… o nome? “Presunto verde” – cor do embutido que fora comprado no penúltimo dia e passara sem refrigeração, no banco da frente do carro. Obviamente, ninguém comeu o produto sem refrigeração.
    No último dia, o nosso motorista e o guia que seguíamos não tinham dinheiro para o almoço do grupo, para o gelo ou para a gasolina… pegaram R$ 100 emprestado do turista do outro carro para pagarem o café da manhã e fizeram fiado no posto de gasolina no retorno à Palmas. Mais uma vez… falta de planejamento! Não possuíam nem cheque (lá é aceito em muitos estabelecimentos que passamos)!
    Pedimos para o guia uma reunião com o proprietário da agência/ operadora “Jalapão Selvagem”, ou algum responsável, assim que chegássemos a Palmas, para relatarmos todo o ocorrido na viagem, juntamente com o motorista e o pessoal do outro carro, uma vez que ficamos incomunicáveis no Jalapão (wi-fi não funcionava ou a proprietária da pousada desligava às 21h o equipamento para economizar!), inclusive voltamos antes de terminar o roteiro pq estava tudo atrasado e corrido (horário previsto de chegada em Palmas passou de 18h para 23h… mas, para a nossa infelicidade, ao chegarmos ao destino final, não havia nenhum representante da agência para conversarmos, conforme o guia prometera. Ao questionarmos o que aconteceu, mais uma vez: silêncio!
    Uma viagem corrida, sem planejamento, tumultuada… chegávamos aos atrativos, ficávamos um pouco, já tínhamos que correr… pq devido a tanta desorganização, sempre estávamos atrasados, aproveitávamos o mínimo possível.
    Enquanto isso… as outras agências seguiam seus roteiros tranquilamente, apenas enfrentando os imprevistos comum à região e esperados nesse tipo de destino/ viagem… inclusive tinha um outro carro dessa mesma agência, que saiu depois de nós de Palmas e estava com o roteiro em dia… o guia deles até “brincou” conosco, quando nos encontramos num restaurante: “Deus me livre ter que esperar vocês ou ficar desatolando um carro 4X2… atraso de vida, atrasa demais o roteiro”! Realmente, ele tinha razão! Constatamos na pele e nos quatro dias de viagem que mais pareciam uma série com várias temporadas, e com muitos episódios!

    • Dayana    26/02/2018 - 11h15

      Oi Tati, tudo bem? Fiquei muito triste em saber disso, pois tivemos uma experiência muito positiva com essa agência. Vou falar com eles para ver o que aconteceu e te dou um posicionamento.
      Obrigada
      Dayana

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