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América do Sul, Cusco, Destinos Internacionais, Peru, Urbano

Cusco

28 de março de 2013
Feriado prolongado da Semana Santa e uma promoção de passagens para Cusco imperdível. Esses foram os motivos dessa viagem com a sister. Esse blog me ajudou muito a planejar todos os detalhes da nossa viagem.
Logo no embarque no Galeão encontramos minha amiga Renata que estava indo para a casa de seus pais em Lima, o pai dela é o Cel Araújo que foi comandante da Base Aérea de Belém e agora é adido no Peru. Logo já fomos intimadas a dormir na casa deles, pois nosso vôo fazia uma conexão em Lima e só iria para Cuzco no outro dia bem cedinho.
Nosso jantar no avião
Chegamos na casa da Renata, comemos um empadão delicioso, dormimos um pouco e fomos novamente para o aeroporto embarcar para Cusco.
Chegamos em Cusco e o frio era tenso. Um taxista muito engraçado nos levou para nosso hostel.
 
 Nosso Hostel

Demos uma volta pela praça para decidir nossos passeios e já começamos a passar mal com a altitude. Cusco fica a 3400m de altitude e nós sabíamos que precisávamos nos habituar à altura e evitar o famoso mal da altura, ou soroche. Todos os blogs que pesquisei falavam a mesma coisa : “Vá direto para seu hotel. Não faça muito esforço, nem pense em já começar a subir ladeiras nem nada do gênero. Faça um jantar leve e cedo, e tenha uma boa noite de sono, dormindo pelo menos oito horas.”

A maioria dos viajantes que seguem essas recomendações acordam se sentindo bem melhores no dia seguinte, prontos para explorar a cidade!

Para diminuir os sintomas, os peruanos gostam de dizer para os visitantes tomarem mate de coca, uma das bebidas preferidas da população local. Se a situação for um pouco pior, a indicação local são as “soroche pills”, que podem ser achadas em qualquer farmácia.

Michele não gostou muito do mate de coca


Almoçamos no KFC e fomos para o hotel descansar o resto da tarde. Nem tivemos forças para sair à noite e também o frio não deixava a gente sair de baixo das cobertas.

Só começamos a aproveitar mesmo no segundo dia.

Segundo dia: Acordamos bem mais dispostas para turistar. Pela manhã, passeamos pela Plaza de Armas e arredores.

Ponto de ônibus de Cusco
 Eu e a sister
 Plaza de Armas
 Artesanato
 Michelle com medo da Llama
 Essa pedra se chama pedra dos 12 angulos, podemos observar a talhaçao e encaixe perfeito entre ela e as demais. Ela está localizada na rua Hatum Rumiyoc no centro de Cusco
 
Saímos da praça em direção à parte alta da cidade, o bairro de San Blas. Um lugar pitoresco, cheio de vida e de lugarezinhos aconchegantes. Era um tal de chove e para, toda hora tirávamos a capa de chuva e depois colocávamos novamente.
 Cusco ao fundo
Igreja de San Blas

 

 Llamas

Voltamos para a Plaza de Armas mortas de cansada dessa subida. Michelle ficou mal e voltou para o hostel para descansar antes do nosso primeiro city tour. Eu fui bater uma perninha nas feiras de artesanato.

Depois nos encontramos e almoçamos num local indicado pelo nosso guia. Essa foi a pior parte porque a Michelle que já estava abatida com dor de cabeça por causa do mal da altitude e não podia tomar remédio porque tem alergia nem gostava da folha de coca, ficou pior ainda depois do almoço. Que peninha.
À tarde, embarcamos no famoso city tour da cidade. Eles são bem baratos, começam entre 12 e 13 horas e todos seguem mais ou menos o mesmo trajeto:
· Catedral: no estilo colonial, fica localizada na Plaza de Armas, o ponto principal da cidade
· Koricancha e o Convento de Santo Domingo: um dos templos mais importantes da região
· Q’enqo: sítio arqueológico composto por cavernas e passagens subterrâneas
· Pucapucara: uma fortaleza que, na verdade, só passam pela frente
· Tambomachay: o Templo da Água
· Sacsayhuaman: o sítio arqueológico mais impressionante de Cuzco
Primeira parada: Koricancha

 

Do lado de fora

Tambomachay

  Em seguida fomos conhecer as ruínas de Puka Pukara e Q`enko
E por último a mais grandiosa de todas: Sacsayhuamán

No final, ainda fizemos uma parada em uma fábrica de roupas feitas com um tecido derivado de Baby Alpaca — o que significa o primeiro corte de pelo, e não tem nada a ver com a idade do animal e aprendemos a diferenciar o Alpaca verdadeira da falsa.
Depois desse dia mega cansativo fomos direto para cama, não aguentamos nem dar uma voltinha na cidade, Michelinha estava mal e só queria uma cama quentinha para dormir.

 

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