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Peru – Vale sagrado

29 de março de 2013
Este dia ficou reservado para o passeio pelo Vale Sagrado. Depois de pesquisar bastante decidimos que a melhor opção seria fazer o Vale Sagrado e ficar em Ollantaytambo para pegar o trem para Águas Calientes, dormir lá e no outro dia bem cedo subir até Machu Pichu. Muitos turistas escolhem pernoitar em Águas Calientes para serem os primeiros a entrar em Machu Picchu e evitar a muvuca.

Agendamos então o nosso passeio com a mesma agência do city tour. Nosso guia falava muito rápido e não entendíamos tão bem quanto a guia Regina do city tour, mas era gente boa e o grupo foi bem legal
também. Fizemos várias amizades bacanas.

Nossa primeira parada foi PISAC, que foi construído parte como cidade, parte como complexo militar, parte como centro cerimonial e também como espaço de observação astronômica. Os Incas cultuavam muito o estudo do meio ambiente e das estrelas e conseguiam até prever quando aconteceria o El Niño.
Parada para ver a figura do Condor na montanha.
 No alto você vai avistar algumas fortificações e as famosas terraças de agricultura. Repare também nos buracos feitos nas paredes da montanha oposta de Pisac. Esse espaço era utilizado como cemitério e era um dos maiores cemitérios Incas já descobertos. Pena que ele foi tão saqueado e muitas das múmias que estavam ali sumiram nas mãos de ladrões de antiguidade sem deixar nenhum rastro :(
O famoso mercado de artesanatos de PISAC
 

Ruínas de Pisac

Nosso grupo

 

Cemitério ao fundo

Depois de muita cultura Inca fizemos uma parada para almoço em Urubamba. Experimentamos algumas comidinhas típicas peruanas como a carne de Alpaca (parece carne de vaca normal, bem gostosinha), frango frito (Michelle caiu dentro do frango), umas batatas diferentes e um feijão esquisito.
Alomoço em Urubamba

 Depois de matar a fome era hora de conhecer a ruína mais esperada: Ollantaytambo.

Logo na entrada, pose para foto com nossos amigos chilenos.

Localizada, a 60 km de Cusco e 2.800 metros acima do nível do mar, Ollanta é a única cidade da era Inca que ainda é habitada e preserva aspectos da arquitetura original, uma vila Inca que parou no tempo, onde são preservadas antigas tradições.
O vilarejo possui uma boa infraestrutura turística, com pousadas e restaurantes. Muitas pessoas se hospedam aí antes de seguir viagem para Machu Pichu.
O nome da cidade faz referência ao general Inca Ollanta que se apaixonou pela filha do chefe Pachacútec. Perseguido pelo pai da amada, teve que fugir da cidade e se uniu a ela após a morte do líder Inca.

As ruínas de Ollantaytambo formam uma antiga base militar dos Incas. A Fortaleza Araqama Ayllu é alta e íngreme. Existem por aí, centros administrativos, observatórios militares e zonas de armazenamento de alimentos, ainda bastante preservados. A localização estratégica dominava e protegia o Vale Sagrado dos Incas.

Figura do rei (esquerda) e o Silo de alimentos
 

 

 
Despedida dos nossos amigos
  Michele na feirinha
   Centrinho de Ollanta
 

Passeamos pela cidadezinha, compramos biscoitos e chocolate para levar pra Machu Picchu e fomos para a estação de trem. Achamos que era pertinho mas andamos muito até chegar, uma rua rua sem fim.

 Trem Expedition

 
Chegamos em Águas Calientes à noite e fomos para o hotel. A cidade é bem charmosinha e as ruas estavam bem movimentandas, com muitos restaurantes cheios. O engraçado era encontrar várias pessoas que conhecemos durante o city tour em Cusco.

 

 

 

 

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